24 de maio de 2015

Dioceses e paróquias mobilizadas para 3ª Jornada Nacional da IAM


A Obra da Infância e Adolescência Missionária (IAM) vem sendo implantada em diversas paróquias da diocese de Estância (SE), que celebrará a 3ª Jornada Nacional da IAM no dia 31 de maio. Já em Minas Gerais, uma das paróquias da cidade de Divinópolis celebrou a jornada no último domingo.

Rumo à 3ª Jornada Nacional da IAM - Falar como Jesus ao povo da Tailândia


Olá garotada missionária... Hoje vamos viajar até a Tailândia através do testemunho do Missionário Xaveriano, o sacerdote brasileiro, padre Thiago Rodrigues. A Tailândia é um país da Ásia com cerca de 70 milhões de habitantes, sendo menos de um por cento os cristãos. Vamos acompanhar com nossa turma um pouquinho dessa aventura missionária na Ásia?

“Como é falar de Jesus aos tailandeses? Muitas vezes sou interpelado por pessoas amigas a respeito desta pergunta. Confesso que, para mim, responde-la não é fácil. O motivo de tal dificuldade consiste no fato de que quando saí do Brasil, para ir como missionário na Tailândia, o meu desejo não era aquele de falar de Jesus (primariamente), mas de falar como Jesus (fundamentalmente). Existe uma grande diferença entre falar de Jesus e falar como Jesus. Há pessoas – não é a maioria, graças Deus! – que falam de Jesus sem realmente falar Dele e do seu Evangelho. São os charlatões de ontem e de hoje que usam a fé com um interesse pessoal. Há outras pessoas, porém, que não obstante as próprias limitações procuram falar como Jesus, ou seja, procuram ser “outro Cristo”. Falar como Jesus é a modalidade mais apropriada e eficaz para falar Dele. Esta é a motivação que alimenta e ilumina o meu ministério sacerdotal e missionário na Tailândia.


Como Jesus aos cristãos
Depois de um ano e meio estudando a língua e a cultura tailandesa em Bangkok, fui enviado para o Norte da Tailândia, juntamente com outros dois Xaverianos, a uma cidadezinha chamada Km 48. A nós foi confiada a paróquia desta localidade rural que é situada em meio a tantos vilarejos. Neste contexto, tantas são as possibilidades que encontramos para poder falar como Jesus aqueles que já o conhecem. Dentre todas estas possibilidades destaco a acolhida. Procuramos ir ao encontro dos nossos irmãos e irmãs partilhando suas dores e alegrias – angustias e esperanças, como também abrindo as portas da Igreja para que se sintam em casa e de casa. Assim como Jesus, que gostava do perfume de casa, cheiro de família, fragrância de comunidade.

Aos domingos, quando a celebração eucarística termina, pedimos aos nossos paroquianos de permanecerem na paróquia e juntos tomamos um café ou um chá, mas, sobretudo, partilhamos a vida. Esta partilha nos leva a entrar na casa do nosso povo e tocar a sua realidade de lágrimas e sorrisos, levando sempre a mensagem de Jesus: “Hoje a salvação entrou nesta casa!”.


Como Jesus aos não cristãos
Jesus Cristo, anunciando a Boa Nova do Reino, se aproximava das pessoas com respeito e no diálogo (pensemos no encontro de Jesus com a Samaritana, com Zaqueu, com Levi etc…). Através de palavras, gestos e atitudes genuinamente humanas, e, portanto, profundamente divinas, Jesus revelava a face do Deus Amor e Misericórdia a todos aqueles que o encontravam o que eram por ele encontrados.

Na nossa paróquia, procuramos também nós anunciar e testemunhar o Evangelho aos não cristãos seguindo este exemplo de Jesus de diálogo, escuta, respeito e serviço fraterno. Quantas vezes, caminhando pelas ruas da nossa cidadezinha e cumprimentando pessoas também de outras religiões (sobretudo Budistas), escutava as nossas crianças dizerem: “Padre, porque você os cumprimenta? Eles não são da nossa Igreja!” E eu respondia dizendo: “Isso não significa que eles não tenham ouvidos.” Depois de uma boa risada, a semente estava lançada: em Cristo nos descobrimos filhos e filhas amados por Deus, portanto, irmãos e irmãs entre nós; membros de uma única família! Além da estima recíproca, procuramos também trabalhar juntos em prol da dignidade da pessoa humana.

Comunidade Xaveriana de Tailândia

Como Jesus sempre
Deste modo, aos meus amigos e amigas que me interpelam sobre como é falar de Jesus aos tailandeses, respondo dizendo que, falar de Jesus a qualquer um e em qualquer lugar (ou quase) é fácil, mas falar como Jesus é mais desafiador porque mais comprometedor, porém, é o modo mais transformador (para mim e para o outro) de anunciar a beleza e a alegria do Evangelho."

Bonito testemunho não é? Vamos nos esforçar e assumir o compromisso de falar como Jesus para fazer do mundo uma só família...

De todas as crianças do mundo, sempre amigos!



23 de maio de 2015

Jerusalém celebra o dia da Infância e Adolescência Missionária


Em colaboração com o Comitê da Pontifícia Obra para a Infância e Adolescência Missionária (IAM) na Terra Santa, e a paróquia latina de Jerusalém, foi celebrada na Igreja de São Salvador uma missa solene por ocasião deste dia. Na sua pregação, o Padre Firas salientou a importância das crianças na família e do seu papel na sociedade. Além disso, foram levadas ao altar pelas crianças, cinco velas coloridas para representar assim os cinco continentes, bem como, um modelo do mundo, a fim de confirmar a ligação humana que nos une a todos.

22 de maio de 2015

Rumo à 3ª Jornada Nacional da IAM - As histórias por trás do tsuru

Olá amigos, nós já falamos sobre a bonita arte oriental do origami. Nossa turminha continuou uma pesquisa e descobrimos não apenas uma, mas várias histórias relacionados aos origamis em formato de pássaros, os tsurus, aves da família das grous.

O grou é um dos símbolos mais tradicionais do Japão, considerado tesouro nacional. Os japoneses acreditam que o grou é uma ave sagrada que simboliza paz e vida longa. Existem mais de 15 espécies de grous que habitam o planeta, porém o mais majestoso é o grou japonês (Grus japonensis), comum no leste asiático. Esta espécie, cujas penas são brancas e possui uma coroa vermelha no topo da cabeça e que podem chegar a cinco metros de altura e mais de seis metros de envergadura, estão entre as mais raras do mundo. Estima-se que no Japão, exista apenas 1000 delas.

Mas por que os orientais dobram tsurus de papel?

Nossa primeira história, na verdade, trata-se de uma lenda milenar segundo a qual um tsuru é capazes de viver até 1.000 anos e quando alguém dobra 1.000 origamis com o seu formato, mentalizando um desejo, esse desejo se torna realidade.


A segunda história mistura esta lenda com um fato real. Sadako Sasaki, foi uma garota japonesa que morou na prefeitura de Hiroshima, quando a bomba atômica foi lançada. Ela tinha somente 2 anos de idade quando se tornou uma hibakusha, vítima da bomba atômica.

Em 3 de agosto de 1955, Chizuko Hamamoto, amiga de Sadako, visitou-a no hospital e fez para ela um origami de um grou. Sua amiga lhe contou a lenda popular japonesa onde quem faz 1000 grous de origami tem direito a um desejo, desde então, todo dia Sadako passou a fazer seus Tsuru sempre com o mesmo pedido, se curar e voltar a viver normalmente. Sadako conseguiu fazer 646 garças de papel e após sua morte, seus amigos fizeram mais 354, para que ela fosse enterrada com mil garças. Sadako morreu no dia 15 de outubro de 1955, porém seus amigos não pararam por aí. Eles formaram uma associação e iniciaram uma campanha para construir um monumento em memória à Sadako e à todas as crianças mortas e feridas pela guerra. Em 1958, foi erguido o “Monumento das crianças à paz”,  também conhecido como “Torre dos Tsurus”, no Parque da Paz, em Hiroshima e lá gravaram as seguintes palavras, "Este é o nosso grito, esta é a nossa oração, Paz na terra".

Ainda hoje, milhares e milhares de tsurus de papel colorido são enviados de toda parte do Japão e do mundo para Hiroshima todos os anos. Uma forma de dizer que o sonho de cada criança é importante e deve ser preservado.


A terceira história também é uma lenda japonesa. Conta-se que um camponês estava caminhando pela floresta, quando encontrou um tsuru agonizando. Ele o levou para casa e cuidou dele até que se recuperasse e o soltou. Um tempo depois, bateu na casa do camponês uma linda moça que lhe deu um belo tecido feito por ela, chamado de 1.000 penas de tsuru. Muito pobre, o camponês acabou vendendo o tecido e ganhando muito dinheiro. Quando ele reencontrou a jovem, perguntou se ela poderia fazer-lhe outro tecido, pois ele estava precisando muito. A jovem concordou e dias depois lhe entregou o tecido. Ele agradeceu, mas percebeu que ela estava muito abatida e resolveu segui-la. Quando chegou na casa da jovem, viu um tsuru, quase sem penas. Era o mesmo que ele salvara anteriormente. Quando ele se aproximou, o tsuru se transformou na jovem. Ela olhou para o camponês com docilidade e gratidão, mas caiu sobre os seus braços já sem forças. Entristecido, o camponês passou a dobrar tsurus de papel, como forma de se desculpar pela ganância e agradecer ao tsuru pela sua generosidade.

E, pra completar, a quarta história foi a da holandesa Mariëlle. Uma iniciativa recente que comoveu muitas pessoas. Sua ação não tem uma ligação direta com as lendas, mas ainda trás a mensagem de paz e felicidade. Após retornar de um trabalho voluntário na Índia, ela se viu perdida em seu próprio país e decidiu fazer algo para se reconectar àquelas pessoas. Ela resolveu dobrar 1.000 tsurus e oferecê-los a 1000 estranhos como uma forma de mostrar que se importa com eles e alegrar seus dias. O vídeo abaixo mostra um pouco do processo.


Paz, longevidade, sorte, prosperidade, felicidade, esperança, realização dos sonhos, carinho, gratidão e gentileza: todos esses significados estão associados aos tsurus e são esses desejos que queremos oferecer à todas as crianças do mundo.

Quer aprender a fazer os tradicionais origamis de tsuru? Não é difícil, é só seguir o passo-a-passo da imagem ou se preferir, assista a um vídeo, clicando aqui.



Se você fizer os seus, poste as fotos no seu facebook, com a #IAMemAção.

De todas as crianças do mundo, sempre amigos!

FONTE:

#FalaSério: Apenas uma criança africana a cada 5 que sofre de malária recebe tratamento eficiente


Celebrou-se no dia 25 de abril, o Dia Mundial contra a Malária. Infelizmente, o fenômeno ainda é muito difundido e pelas últimas denúncias da Organização Mundial de Saúde resulta que somente uma criança africana a cada 5 que sofre de malária recebe os devidos cuidados, não obstante três quartos das mortes causadas pela doença esteja entre os menores. 

Infância e Adolescência Missionária é referência em Santo Antônio da Platina (PR)


Dezenas de crianças e adolescentes se encontram sábados à tarde na Capela Santa Luzia, na Paróquia Santa Filomena, no bairro Altvater, em Santo Antônio da Platina (PR). Voluntárias lideram a iniciativa, conhecida como Infância e Adolescência Missionária (IAM), que tem as seguintes finalidades: ajudar pais, educadores e catequistas a despertar nas crianças a consciência e promover o espírito missionário universal entre as crianças, levando-as a partilhar sua fé e os meios materiais com as crianças das regiões mais necessitadas em todo o mundo e despertar vocações espirituais.